
Quinze anos após o quarto episódio da saga, o astro de Hollywood, de 80 anos, voltou à Croisette. Foto: Reprodução.
Harrison Ford recebeu, na quinta-feira (18), uma Palma de Ouro honorária, após causar entusiasmo no tapete vermelho na estreia de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, um dos momentos de maior destaque desta edição do Festival de Cannes.
Quinze anos após o quarto episódio da saga, o astro de Hollywood, de 80 anos, voltou à Croisette, desta vez sob a direção de James Mangold. Tanto Ford quanto a Disney, que comprou os direitos da saga, afirmaram que este será o último filme do personagem.
O Festival de Cannes quis fazer uma homenagem especial a Ford e lhe entregou uma Palma de Ouro honorária de surpresa, antes da exibição do filme. Tom Cruise recebeu a mesma distinção em 2022, na estreia de “Top Gun: Maverick”.
Ford, que já interpretou diversos personagens mundialmente conhecidos, disse ter ficado “profundamente emocionado” com o prêmio. Ao passar pelo tapete vermelho do festival, acompanhado de sua mulher, Calista Flockhart, o ator causou comoção, principalmente com a execução da famosa música da saga, composta por John Williams.
Outros membros do elenco também compareceram à estreia do filme, como Phoebe Waller-Bridge e Mads Mikkelsen. Entre as demais personalidades vistas no tapete vermelho, destacam-se o cacique Raoni, figura da luta indígena no Brasil, o cineasta britânico Steve McQueen e o rapper francês OrelSan.
Os primeiros quatro episódios da saga foram dirigidos por Steven Spielberg, que compareceu a Cannes em 2008 para a exibição de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”.
A nova produção é ambientada no fim dos anos 1960, mas os roteiristas incluíram um “flashback” que exigiu o uso de inteligência artificial para “rejuvenescer” o rosto de Ford para várias cenas, em mais um exemplo das mudanças recentes no setor audiovisual.
3 horas e 40 minutos
Cannes costuma alternar os grandes momentos hollywoodianos com propostas mais profundas. E nesta quinta-feira a missão será representada pelo documentário “Youth Spring”, de 3 horas e 40 minutos de duração, do chinês Wang Bing.
Com informações do G1.