Toffoli libera campanha de Renan Santos na internet. | Foto: ASCOM/STF
A campanha de Renan Santos (Missão) na internet foi liberada pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Dias Toffoli nesta terça-feira (1º). A propaganda digital do candidato à Presidência da República havia sido suspensa na segunda-feira (31).
Toffoli havia determinado a suspensão sob a alegação de que o partido não informou quais perfis nas redes sociais seriam utilizados para a propaganda eleitoral de Renan Santos.
Na nova decisão, divulgada na tarde desta terça, o ministro afirmou que as providências solicitadas ao Missão foram “parcialmente atendidas” e autorizou a retomada da campanha na internet.
Campanha de Renan Santos volta a ser liberada
Além da propaganda eleitoral nas redes sociais, Toffoli restabeleceu o repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que também havia sido suspenso.
A participação de Renan Santos em debates, interrompida pela decisão anterior, foi igualmente liberada pelo ministro.
Apesar da retomada da campanha, o candidato ainda deverá apresentar novas informações à Justiça Eleitoral. Toffoli estabeleceu prazo de 72 horas para o cumprimento das determinações.
Candidato terá 72 horas para prestar informações
Renan Santos deverá informar a data de criação de cada perfil em rede social e quando começou a utilizá-los para fins de propaganda eleitoral.
O candidato também terá de esclarecer se existem outros sites, grupos em aplicativos de mensagens ou perfis em redes sociais destinados à mesma finalidade.
O descumprimento do prazo poderá resultar no indeferimento do registro da candidatura.
De acordo com a Lei das Eleições, partidos e candidatos precisam informar à Justiça Eleitoral os endereços eletrônicos utilizados durante a campanha, incluindo blogs e perfis em redes sociais.
Renan Santos criticou suspensão
Mais cedo, em São Paulo, Renan Santos criticou a decisão que havia suspendido sua atuação nas redes sociais.
O candidato alegou que a medida teria sido motivada pelas críticas feitas por ele e pelo MBL, movimento que lidera, a Dias Toffoli por seu envolvimento com Daniel Vorcaro no caso Master.
Com informações da Agência Brasil





