Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
A rede pública de educação infantil do Distrito Federal será ampliada com a construção de uma nova unidade em Vargem Bonita, no Park Way. A governadora Celina Leão autorizou, nesta sexta-feira (3), o início das obras do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi), que terá capacidade para receber 94 crianças de até 5 anos.
O atendimento será realizado em tempo integral, durante 10 horas por dia. A obra receberá R$ 4,127 milhões em recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e contrapartida do Governo do Distrito Federal (GDF).
Estrutura terá cinco salas de aula
A unidade será erguida na Quadra 11 do Núcleo Rural Vargem Bonita e terá 1.103,22 m² de área construída. O projeto segue o padrão do programa Proinfância, desenvolvido pelo FNDE.
Além das cinco salas de aula, o espaço contará com sala multiuso, fraldário, lactário, cozinha, refeitório, playground, sanitários, áreas administrativas, estacionamento e ambientes de circulação.
Segundo Celina Leão, a construção atende às necessidades de uma região mais isolada e representa um investimento em infraestrutura, qualidade de vida e educação.
“A gente sabe que Vargem Bonita é uma região isolada, que precisa de mais uma creche. Tenho certeza que isso também é uma entrega muito importante no dia de hoje”, afirmou.
Atendimento ficará mais próximo das famílias
A construção da unidade busca aproximar o atendimento das famílias que vivem no núcleo rural e reduzir os deslocamentos para outras regiões em busca de vagas em creches.
A obra integra a política de expansão da educação infantil no Distrito Federal. Desde 2019, foram construídos e inaugurados 28 Cepis em diferentes regiões administrativas, além da ampliação das vagas oferecidas por instituições parceiras e pelo Cartão Creche.
Rede amplia capacidade de atendimento
Segundo o GDF, a demanda por vagas muda ao longo do ano, tanto pela entrada de novas inscrições quanto pela progressão das crianças para outras etapas de ensino, o que libera espaços na rede.
O governo afirma que a oferta atual permitiu atender a demanda existente. Em parte dos casos, porém, as vagas disponibilizadas são recusadas pelas famílias devido à localização da unidade.
Pelas regras definidas em acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a recusa pode retirar a criança da lista, com possibilidade de nova inscrição no ano seguinte.
Com informações da Agência Brasília





